terça-feira, 14 de junho de 2011

Ricardo dos Santos é fundador e coordenador-geral da Missão Apostólica Sagrada Face, de Guanambi. Está na Renovação Carismática Católica desde 1996 e, mais uma vez, foi um dos pregadores do Cenáculo.

“Esse é o nosso sonho: pregar Jesus e deixar que Ele seja pregado em nossa vida”.
(Ricardo Dos Santos)

Anderson Ferreira: Ricardo você já participou de todos ou quase todos os cenáculos. Fale um pouco desses encontros.
Ricardo: O Cenáculo, hoje, é uma grande realidade na nossa diocese. Este é o sexto cenáculo e este encontro tem feito grandes maravilhas na vida de muitas pessoas, não somente de Malhada de Pedras, mas da região que tem acompanhado o primeiro, o segundo, o terceiro, o quarto, o quinto. Essas pessoas têm vivido na própria vida a grande evolução do amor de Deus, da bondade de Deus, da misericórdia de Deus. Então, é um evento de grande importância para paróquia, para diocese e para toda comunidade.

Anderson Ferreira: A igreja celebra neste domingo (12/06) a Festa de Pentecostes. Como viver o pentecostes nos dias atuais?
Ricardo: Pentecostes é uma realidade na Igreja. A Renovação Carismática Católica suscitou o pentecostes na Igreja. Então o pentecostes é para ser vivido em todos os grupos de oração. E deve também ser vivido em todos os dias da nossa vida, de manhã, à tarde e a noite. Não tem como viver o pentecostes somente uma vez por ano. É assim que deve ser a nossa vida, vivendo o pentecostes todos os dias para que nós consigamos alcançar o objetivo de Deus em nossa vida.

Natália Silva: Como você vê, hoje, a presença da Renovação Carismática na nossa Igreja?
Ricardo: A renovação Carismática, hoje, é a alegria da Igreja. Podemos dizer que a RCC vem trazer essa alegria, esse amor, essa restauração, essa força. Não que esteja faltando, mas que precisa ser vivida dentro da Igreja. Então a renovação ela veio fazer fluir isso novamente na Igreja.

Natália Silva: Em nossa Igreja ainda existem muitas pessoas que são muito conservadoras em relação à renovação carismática. O que você diria para essas pessoas?
Ricardo: Cada um tem seu jeito, sua maneira, seu estilo. Então, são pessoas que vivem Deus de uma forma maravilhosa, porém essas pessoas elas não merecem críticas, elas merecem, justamente, que vivam de acordo com as suas concepções. Nós vivemos de acordo com a nossa concepção, dentro da RCC. É por isso que a igreja é bonita. Porque ela tem essa diversidade. E essa diversidade faz com que a nossa igreja seja a melhor igreja da face da terra.

Natália Silva: Como é o seu trabalho dentro da renovação, quando começou?
Meu trabalho na igreja começou em agosto de 1996 a 1997. Graças a Deus eu conheci a RCC nessa data. Nesses treze, quatorze anos Deus tem feito maravilhas na minha vida. Logo depois de um ano e meio a dois anos Ele me levantou dentro da diocese pregando a palavra no Grupo de Oração Jesus te ama, depois no Grupo de Jovens Jesus te ama. Em seguida, nós tivemos o Ministério de Teatro Bom Pastor e depois, de uns cinco a seis anos, conseguimos trazer a realidade do coração de Deus para nossa vida, principalmente em Guanambi. A Missão Apostólica Sagrada Face da qual sou fundador e coordenador geral é uma realidade muito bonita dentro da diocese, através da qual muita gente tem conhecido nosso trabalho. Um trabalho sério, feito por mais de 30 pessoas consagradas a Jesus, consagradas a misericórdia do Senhor. E a tendência desse trabalho é crescer. Esse é o nosso sonho: pregar Jesus e deixar que Jesus seja pregado na nossa vida.

Anderson Ferreira: Fale um pouco do momento de adoração que tivemos nesta manhã (12), do significado que momentos como esse tem para nós católicos.
Ricardo: A adoração ela está sendo perdida em alguns instantes da nossa Igreja. Ela precisa ser resgatada, assim como a alegria que RCC está resgatando para a Igreja. Como pode um cristão viver sem adorar o Senhor? Eu fico imaginando o ser humano que passa o dia todo sem comer, sem tomar água. O corpo físico precisa da água do alimento e o corpo espiritual precisa adorar o Senhor. Porque nós iremos viver uma eternidade com Aquele que nos ama, que é Apaixonado por nós. Nós não podemos ter vergonha de expressar o nosso amor por Jesus. Nós não podemos ter receio de expressar o quanto nós O amamos, O adoramos. Então, a RCC, filhos e filhas da Igreja precisam resgatar a grande força da adoração. A adoração ela tem o poder, a graça de derrubar muitas barreiras, de quebrar muitas correntes. E é isso que nós precisamos resgatar hoje. A partir de hoje eu acredito que Malhada de Pedras vai viver, vai conviver com um povo adorador.

Anderson Ferreira: O que você diria para as pessoas que ainda não valorizam encontros como o Cenáculo?
Ricardo: Eu diria que sempre há uma oportunidade para essas pessoas de poder estar aqui junto com a gente. Mas se não pôde vir, não deu pra vir, tem o Grupo de Oração na terça, tem o Ministério Jovem, tem a Santa Missa. Então essas pessoas que não puderam estar aqui, elas precisam entrar no seu quarto, dobrar seu joelho e reconhecer que existe um Deus sobre a vida delas, sobre a família delas e que nada está perdido. Porque muitas pessoas acreditam que tudo está perdido, muitas vezes, não tem ânimo, não tem desejo, alegria de sair de casa para participar de um encontro como esse, porque perderam a esperança, a alegria, a motivação. Mas eu digo, hoje, em nome de Jesus, existe uma saída e a saída é Jesus. Só existe uma porta e a porta é Jesus.

VI Cenáculo é realizado em Malhada de Pedras
“O encontro foi um dos melhores já realizados”, afirma Ronaldo dos Santos


Por Anderson Ferreira e Natália Silva
Estudantes de Jornalismo/UESB

            Neste fim de semana aconteceu mais um Cenáculo em Malhada de Pedras. O maior evento católico da cidade é promovido pelo Grupo de Oração Sagrado Coração de Jesus, da Renovação Carismática Católica, e está na sua sexta edição. Realizado nos dias 11 e 12 de junho, no Ginásio de Esportes, o 6º Cenáculo teve a participação dos pregadores Sandra Mara, de Medianeiras, Paraná e de Ricardo dos Santos, da Missão Sagrada Face, de Guanambi, além da animação dos ministérios de música Sacrário do Amor, de Malhada de Pedras e Raio da Misericórdia, da Diocese de Foz do Iguaçu. Motivados pelo tema “Por Causa da Tua Palavra, lançaremos as rede”, os fiéis participaram de momentos de louvor, oração e adoração, como também de pregações e celebrações da Santa Missa. Além dos paroquianos da sede e zona rural de Malhada de Pedras, estiveram presentes também as cidades de Piripá, Ibitira, Brumado, Guajeru, Guanambi e o Povoado de Terra Vermelha.
Em 2011, o encontro, que cresce a cada ano, aconteceu junto a Festa de Pentecostes, realizada cinqüenta dias após a Páscoa. E não por acaso, a palavra que dá nome ao evento é, justamente, o local onde aconteceu, segundo a bíblia, o dia de pentecostes. De acordo com o Pe. Sátiro Bezerra, Diretor Espiritual da RCC na Diocese de Caetité e reitor do Seminário São José, de Caetité, "viver o Cenáculo é voltar àquela experiência apostólica em que os apóstolos estão reunidos na expectativa do Espírito Santo”. Para o sacerdote, a Festa de Pentecostes é para a Igreja um despertar. “Que ela (igreja) não haja somente por suas forças, mas que o próprio Deus venha acompanhando com seus passos pela história”.
O pregador Ricardo disse que o Cenáculo é uma grande realidade na diocese. “Este é o sexto cenáculo e este encontro tem feito grandes maravilhas na vida de muitas pessoas, não somente de Malhada de Pedras, mas da região que também tem participado”, afirma. Para a missionária Sandra, o Cenáculo nos faz relembrar a memória do Espírito Santo e nos conduz a uma experiência pessoal com Deus. “Essa cidade vai ter essa experiência, é o que nós esperamos”, destacou.
Na noite de sábado (11), a celebração da Santa Missa foi presidida pelo Pe. Sátiro e co-celebrada pelo Pe. Isaías Afonso, pároco da cidade. Em seguida, os jovens do Povoado de Terra Vermelha, do Ministério Jovem, de Malhada de Pedras, e algumas crianças fizeram apresentações de dança e de teatro. A noite terminou com a apresentação do Ministério de Música Sacrário do Amor de Malhada de Pedras.
Um dos momentos marcantes do 6º Cenáculo foi à adoração ao Santíssimo Sacramento, na manhã de domingo (12). “Muita emoção, curas e bençãos para quem esteve presente no local”, relata Roseli, de 22 anos, da cidade de Ibitira. O pregador Ricardo também destacou a importância de momentos como esse: “A adoração ela tem o poder, a graça de derrubar muitas barreiras, de quebrar muitas correntes”. Mas, ainda segundo ele, a adoração está sendo perdida em alguns instantes da Igreja e, por isso, precisa ser resgatada.
O 6º Cenáculo foi um encontro de fé muito especial para as pessoas que participaram. “Foi bom demais, uma benção. Eu já fui há vários lugares assim, mas para mim esse foi diferente”, afirma João, de 30 anos, da cidade de Piripá.
A importância do evento foi ressaltada por Vanessa, de 17 anos, da Comunidade de Lagoa Comprida, de Malhada de Pedras. “Para nossa paróquia é importante porque atrai bastante jovens e a juventude é que vai ser a nossa Igreja, futuramente”.
O Pe. Isaías esteve presente durante todo o encontro e destacou: “Foi o Espírito Santo que nos conduziu, nos impulsionou, nos iluminou durante esses dias”.
O 6º Cenáculo foi encerrado, na tarde de domingo, com a Celebração da Santa Missa, presidida pelo Pe. Isaías. Conforme os organizadores, o evento superou as expectativas e foi um dos melhores já realizados. O coordenador do Grupo de Oração Sagrado Coração de Jesus, Ronaldo dos Santos, destacou a grande participação de pessoas da cidade. “Nem todas as paróquias da diocese estavam presentes, porque este ano nós trabalhamos mais direcionados as comunidades da paróquia. E elas responderam com as suas presenças. Foi maravilhoso, repleto de bênçãos”. O pároco da cidade agradeceu ao movimento carismático pela iniciativa. “Agradeço a Renovação Carismática de Malhada de Pedras que, com muito carinho, com muita boa vontade e disposição, amou, vamos dizer assim, essa missão e deu um grande exemplo de empenho para que pudesse acontecer esse nosso encontro. Que Deus possa iluminá-los e que eles sempre encontrem força e disposição para continuar essa missão que merece ser continuada”.
Para Ronaldo, as dificuldades para se realizar o encontro não foram barreiras difíceis de serem superadas. “Não foi fácil, mas muito gratificante. O cansaço não vai nos abater em nada”. E completou: “Espero que, no próximo ano, agente possa estar ainda com saúde para poder realizar esse evento que tem tanto testemunho a dar”.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Jornalismo Cívico: o receptor como cidadão, não como consumidor

Por Anderson Ferreira

            Apesar dos avanços e conquistas, o jornalismo do século XXI ainda pode ser comparado a uma grande empresa de negócios, cujo objetivo é vender notícias. Com isso, o receptor é colocado na condição de mero consumidor de informações. Assim, numa sociedade que se diz democrática, vemos surgir um jornalismo cada vez mais distante da democracia. Para contestar ou, até mesmo, conter essa tendência, estudiosos da comunicação tem proposto um jornalismo de caráter cívico, o qual dá voz e vez ao cidadão e discute, com ênfase, os problemas sociais.
            Desde que a democracia foi instaurada no Brasil, o jornalismo desempenhou, com exceção de alguns casos, um importante papel para que esse regime político fosse cumprido segundo as normas da lei. Os próprios jornalistas afirmam serem eles o cão de guarda da sociedade. No entanto, a função desse segmento, muitas vezes, tem se resumido as informações transmitidas ao receptor, as quais nem sempre são de interesse público. Neste caso, o leitor, ouvinte ou telespectador torna-se um mero espectador das mensagens midiáticas, já que nelas não podem intervir.
            Aliado ao que foi exposto, o jornalismo deste século tem trabalhado a partir do discurso e da agenda das elites, esquecendo-se do cidadão comum, por vezes, excluído da sociedade. Nas mãos de políticos e das mais abastadas famílias deste país, a grande mídia não fala a linguagem popular, não discute os direitos dos cidadãos, nem debate os problemas sociais. A notícia, muitas vezes, é distorcida para favorecer interesses particulares e políticos, e até mesmo, para estimular as vendas ou aumentar a audiência. Disse, certa vez, o escritor e renomado jornalista, Alberto Dines: “A sociedade é maior do que o mercado. O leitor não é consumidor, é cidadão. Jornalismo é serviço público, não é espetáculo”.
            Em suma, é preciso fazer um jornalismo diferente. A sociedade urge por essa necessidade. Com o advento da internet, tem surgido um jornalismo mais próximo do cidadão. Além disso, vale ressaltar a reforma gráfica e editorial no tradicional Jornal do Commércio, de Recife (PE), o qual tem mostrado que o leitor não quer ser mais um mero consumidor de informações, mas quer estar junto à redação. Não obstante, os jornalistas precisam perceber que muito mais que informar, é necessário formar cidadãos e, assim, devem contribuir para a construção de uma sociedade mais democrática, onde diversos discursos tenham lugar. O jornalismo cívico é a saída.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Uma infração contra a Lei de Deus

Por Anderson Ferreira

Mais uma vez vemos acontecer, no Brasil, o desrespeito à doutrina cristã e à instituição mais sagrada desta terra, a família. O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu nesta quinta-feira (05), por unanimidade, a união estável de homossexuais, o que garante aos mesmos os direitos semelhantes aos de pares heterossexuais, como pensões, aposentadorias e inclusão em planos de saúde. A decisão pode ainda facilitar a adoção.

A união de pessoas do mesmo sexo é condenada, com razão, pela igreja em todo o mundo, visto que a Bíblia Sagrada em Éfesios 5, 31 é bem clara ao dizer: "O homem deixará a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne". Portanto, a única união deixada por Deus deve se dar entre um homem e uma mulher.

O Catecismo da Igreja Católica, ao falar sobre a constituição da família, explica: "Ao criar o homem e a mulher, Deus instituiu a família humana e dotou-a de sua constituição fundamental". E completa: "Um homem e uma mulher unidos em casamento formam com seus filhos uma família".

Os favoráveis a lei apoiam-se no argumento de que o estado, sendo laico, não precisa ouvir a opinião de religiões. Verdade! O estado, realmente, é laico, mas precisa ouvir a opinião das religiões, porque estas transmitem aquilo que está escrito na Lei de Deus, ou seja, transmitem a verdade. E por ser tão laico, por não ouvir a Igreja, por não valorizar os princípios cristãos, por não defender a vida e a família, acima de tudo, é que a sociedade, o mundo vive à beira do abismo.

Além de não respeitar os princípios bíblicos, a lei que aprova a união homoafetiva é inconstitucional, pois a Constituição não reconhece a união de pessoas do mesmo sexo como uma entidade familiar. Para ser aprovada, antes teríamos que mudar a Constituinte.

Como cristãos digamos NÃO a nova lei.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Vídeo da entrevista coletiva com Camilo Aggio, mestre em Comunicação pela UFBA e especialista em Marketing eleitoral.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Trabalho produzido pelos alunos: Anderson Ferreira, Paula Pereira, Luciana Oliveira, Daniela Viana, Rosy Lima, Ismar Gotado e Pedro Passos, a partir da entrevista coletiva com Camilo Aggio (UFBA)

Eleições em época de palanque digital
Especilista em comunicação e política revela os caminhos do marketing eleitoral
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjjDi4hRLUWpIzBbvNrrnlLjkLRN4qGM6RmAFGJVOgYtcPGjZNtYWwAoYqKKNTQkr-RUkeDETblCxJl7BnBeLs49nZpG4Vz8xn_6GS3t7gCVJyQpxecANVucrFwLt2NEMIRmc2w_fToq7s/s1600/camilo.jpg
Camilo Aggio

      Facebook, twitter, orkut, youtube e outros nomes bem conhecidos entre os internautas brasileiros transformaram-se em sensação nas últimas eleições. Com uma legislação eleitoral que deu mais liberdade para o uso da internet, as campanhas usaram e abusaram das ferramentas virtuais na tentativa de seduzir os eleitores.
      Com o objetivo de entender melhor o assunto, a turma do segundo semestre de jornalismo da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia recebeu o mestre em comunicação e profissional do Marketing eleitoral, Camilo Aggio, numa entrevista coletiva, dia 21 de agosto.
       Segundo dados da internet Word Stats, o Brasil possui a maior população de internautas da América Latina e a quinta maior do mundo. São 72 milhões de brasileiros na rede mundial. Além disso, o país já ocupa o 2º lugar no ranking de twiteiros, com mais de 10 milhões de contas. Esses números impressionantes tendem a continuar expandindo.
        Com um terreno tão fértil as campanhas não poderiam deixar de usar esses espaços no trabalho de convencimento e conquista de votos. Para Camilo, o uso da internet só traz benefícios para os cidadãos, que podem ter acesso a volume maior de informações sobre os candidatos. Segundo ele, até 2008, era legalmente permitida somente a utilização de websites.
         Já esse ano com mais liberdade, candidatos com orçamento pequeno e espaço reduzido no horário eleitoral gratuito, conseguiram visibilidade a partir da internet. Esses fenômenos, conforme Aggio, forçaram uma mudança na postura dos grandes veículos de comunicação, que passaram a cobrir também essas campanhas.
         Mas, se por um lado a internet facilita e amplia a divulgação dos candidatos e suas propostas, ela também guarda desafios e armadilhas. Para Camilo Aggio, todo cuidado é pouco. Conhecer as possibilidades da rede, como funcionam as ferramentas, preparar os conteúdos com acuidade e veicular sempre informações verdadeiras são alguns conselhos do profissional. Para isso ele ainda reforça o papel das assessorias de comunicação, estruturas capazes de formatar estratégias específicas para a internet.